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sex., 28 de jul.

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Carioca da Gema

Marina Iris

Marina Iris é potência. Cantora revelação da nova geração da nossa música popular, mulher negra e carioca, compositora e militante, canta, com voz marcante e interpretação criteriosa, as esquinas e lutas atuais. O samba, não somente como gênero musical, mas também como modo de vida.

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Marina Iris
Marina Iris

Horário e local

28 de jul. de 2023, 19:30

Carioca da Gema, Av. Mem de Sá, 79 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20230-150, Brasil

Sobre o evento

Marina Iris é potência. Cantora revelação da nova geração da nossa música popular, mulher negra e carioca, compositora e militante, canta, com voz marcante e interpretação criteriosa, as esquinas e lutas atuais. O samba, não somente como gênero musical, mas também como modo de vida, sempre marcou a trajetória artística de Marina.

Recentemente,  em maio de 2023, lançou seu quarto disco solo, Virada, com participações como Péricles, Diogo Nogueira, Moacyr Luz, Renato da Rocinha, Amando Amado, Marcelle Motta e Deborah Vasconcellos.

O terceiro disco - “Voz Bandeira” (2020) –  é costurado pelo cruzamento de música e poesia. Ana Costa assina a produção musical do álbum. É um disco de muitas vozes – Conceição Evaristo, Ana Maria Gonçalves, Elisa Lucinda, Fabiana Cozza, Marcelle Motta, Leci Brandão, Carolina Maria de Jesus.

O segundo trabalho - “Rueira” (2018) - lançado pela gravadora Biscoito Fino, conta com as participações de Zélia Duncan. Bastante elogiado pela crítica, estreou nos palcos em junho de 2018. Em seguida, Marina apresentou o álbum em diversos países da Europa.

O primeiro disco - “Marina Iris” (2014) - lançado no Teatro Rival BR, foi inteiramente dedicado ao samba. Uma estreia que já afirmava a cantora como um expoente em sua geração.

A trajetória de Marina Iris também é marcada por outros acontecimentos, tais como: em 2018, teve sua música “Virada” (que dá nome a seu próximo disco), parceria com Manu da Cuíca, gravada no DVD Samba Social Clube Nova Geração, na voz da cantora Marcelle Motta. Também neste ano, ao lado de nomes como Elza Soares, Pietá, Julia Vargas, Baiana System e Larissa Luz, participou do 1º Festival Toda Canção – TOCA, no Rio de Janeiro.

Ela, que é idealizadora e diretora artística do projeto inédito de resistência feminina preta, o “ÉPreta”, lançado em 2017, foi com ele finalista no Prêmio da Música Brasileira em 2018, na categoria “melhor grupo de samba”.

Também em 2018, junto com Zélia Duncan, Leila Pinheiro, Fabiana Cozza, Grazzi Brasil e Samba Do Trabalhador, participou da gravação de DVD em que a Jazz Sinfônica Brasil homenageou o sambista Moacyr Luz, no Memorial da América Latina.

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